segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Anônimo e Comum

[1] No meio das bandeiras vermelhas um quadro para mobile/zar o comum. Somos todos Pinheirinho, indignados com a violência filha do privado.

[2] O uso de códigos QR é livre de qualquer licença, sendo definido e publicado como um padrão ISO. Os direitos de patente pertencem a Denso Wave, mas a empresa escolheu não usa-los.

[3] O que me mobiliza? O QR? Um video dos anônimos? As famílias de Pinheirinho? A porra toda da gigante ordem e potência (cultural) do capital?

[4] Fui lá compartilhar. Único ato escasso e sensível capaz de fazer novas conexões, pois somos em rede. Esse é o meu movimento. Ninguém me representa. Alma anônima intervindo e produzindo no comum.

[5] Nos anos 2000, o número de pessoas enredadas multiplicou muitas vezes. As redes se ramificaram, se enraizaram na economia política, se miscigenaram: rede de redes. Muito mais do que ferramenta ou meio instrumental, a rede é ela própria um espaço social construtivo, um conjunto de relações sociais que organiza, articula, comunica, potencializa e enriquece a vida. Constitui-se um campo comum na confluência de culturas, éticas, políticas e socialidades, uma cauda longa multifacetada e atravessada das forças vivas. A internet não é mais um mundo, é a própria mundivivência na sua modulação mais intensiva. As redes se tornaram o terreno por excelência das articulações produtivas, da antropogênese: a criação do homem pelo homem. Logo, das tentativas de expropriar o trabalho social e a potência de vida que todos (se) investem nessa realidade tão real. http://www.quadradodosloucos.com.br/2234/capitalismo-cognitivo-2/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Life

Colocar a informção
deixar, encubar
qualquer hora, progressão
Se espalhar

Tudo em caos
do seu ponto
de si nem te me vi
I can see
Ai quem se

(modificado)

sábado, 22 de outubro de 2011

Conhecimento, Cultura & Cookies

 
...da mesma forma que autoritariamente a TV encheu nossas vidas de cultura/propaganda/consumo, a internet está fazendo o mesmo, só que de forma bizarra com o filtro bolha e a propaganda por demanda. Colhem nossos cookeis com informações de conteúdos acessados na internet. Quando achamos que temos a liberdade de procurar algo e consumir gratuitamente estamos consumindo links, prioridades do mercado que são voltadas para nós mesmos. Há impetimento à cultura e ao trafego de conhecimento. Aliás, todo o conhecimento deveria ser livre, como defendido na ética hacker, investigar a natureza nos mínimos detalhes, sem causar danos, à serviço do conhecimento livre. Queria mesmo é ser um hacker para quando eu fosse procurar uma orquestra tocando Schoenberg, e me aparecesse a propaganda da Orquestra de Berlin com videos privados, eu pudesse só entrar pra ouvir um pouquinho. O Acesso à cultura deve ser livre, e livre de propagandas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os Caranguejos de Duque de Caxias


Na feira de Caxias eu posso comprar caranguejos do mangue (do lixão do gramacho) para ajudar à comunidade local, boicotando o mercado das empresas alimentícias. Tento também comprar legumes, verduras e frutas, mas acabo ajudando ao “o quinto maior consumidor de agrotoxicos do mundo”, o Brasil. Noutra fonte ele é “a sexta posição no ranking mundial de importação de agrotóxicos” e entre 2000 e 2007 aumentou 236% o consumo. A minha pobre ingenuidade política de boicote para ajudar a economia local não me exclui também do consumo de centanas de substâncias tóxicas, muito menos me exclui do meio ambiente que é progressivamente poluído, pois ao logo do tempo os resíduos de compostos químicos nocivos acumulam-se na água (rios, lençol freático, chuva), no solo e no ar. Chuva?! Um estudo de europeu de 2000 mostrou que dentre 99 pesticidas monitorados, 48 estavam presentes na água da chuva! Depois de constatar tudo isso preferi rever meus valores de consumo, não me orgulho mais de comer só soja, a maior consumidora de defensivos do país. Não creio que seja falta de consciência da população, nem dos agrônomos, mas sim da ordem de lucro, das produções de grande escala e mercado, din din, bufumfa. Talvez com mais produtores em áreas pequenas fosse possível produzir mais produtos orgânicos. Pena que quando desmatam alguma floresta para plantio de soja apenas sejam oferecidas àreas para os grandes produtores.





Será muito difícil pensar em gestão participativa do planeta com sustentabilidade ecológica?

Sarapuí & Iguaçu

Sarapuí & Iguaçú
Disse Slavoj Ẑiẑek na Wall Street:

Não se apaixonem por si mesmos, 
nem pelo momento agradável 
que estamos tendo aqui.

Eu sou de Duque de Caxias, a cidade dos rios de lixo “Sarapuí e Iguaçu”, hiper-poluídos por indústrias, esgoto, e que ainda na foz recebem cerca de 800mil litros diários de chorume do Lixão do Gramacho. Não há sequer algum tratamento ou redução de impacto ambiental. Interpreto os trabalhos de troca, coleta, reutilização e reciclagem que se propõem, como exemplos do que é possível e a expressão do desejo de ter um mundo limpo. Coisa que creio ser impossível nas condições gestoras atuais. Multas não solucionarão a degradação progressiva do planeta. Os poucos projetos de despoluição da Bahia de Guanabara são redução de impóstos/dívidas/multas das indústrias poluidoras, que continuarão a poluir. SARAPUÍ! IGUAÇU! Não é hora, agora, mais de ensinarmos às crianças valores/condutas/posturas/
ciências/importâncias ecológicos, mas sim onde essas coisas param! Precisamos quebrar a barreira! Ela está além do consumo dos protestos/discursos. Já a vemos clara!

Fonte: Nossos Rios – Instituto Baía de Guanabara – 2002
Mais 80 toneladas de lixo flutante por dia.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/08/18/baia_de_guanabara_recebe_80_toneladas_de_lixo_flutuante_por_dia-547813600.asp

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ninguém me Representa!

Há algum tempo investir em igualdade social através da educação era um grande problema político-cultural e teórico-metodológico. Ora se valorizava as culturas locais para movimentar novos conhecimentos básicos deixando de lado a cultura “erudita”, ora se valorizava a cultura “erudita” dificultando o conhecimento básico que é facilitado através da cultura local. Assim o camponês saberia muito bem gerir suas plantações cantarolando músicas regionais, mas não passaria no vestibular, ou empregado, no centro urbano ao não associar Lacrimosa à Mozart. Mas com o avanço dos meios de comunicação esse paradigma é quebrado, pois o acesso à informação/cultura já são permitidos através da internet e da banda-larga. -- Ora, mas não se aprende somente através do uso das tecnologias, existem bons professores de excelente dinamismo e oratória, -- mas melhores remunerados no mercado privado migram do serviço público. Imaturidade a minha por levantar esse dado, fato, dessa forma, fraco argumento, mas gostaria de comparar ao aspecto do filtro capital/cultura, onde acredito ocorrer o mesmo. Todo o pensamento humano, todas as tecnologias em produção de energia limpa, reciclamento do lixo, produção de medicamentos, execuções musicais orquestrais, são absorvidas pelo capital que seleciona o que é mais lucrativo sem ater ao que acho que nos interessa mais: o ser humano e o planeta. São essas condições que alimentam a minha indignação e sentimento de incapacidade de intervir nessa grandiosa potência aniquiladora da vida! Chega dos que dizem que me representam e afirmam que é preciso crescer economicamente para alcançar a igualdade social e reduzir a pobreza!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Representações para mim

Tem coisas que ainda não chegaram como representação, a fotografia dos olhos fechados dentro de um ônibus, de dia. O reflexo do sol nos carros fica gravado com um arraste, o canto do campo de visão fica uma luz vermelha. Também nunca vi a volta dos aviões nas periferias urbanas para fazer fila de pouso, mas isso eu posso conseguir com uma boa câmera, mas não quero que a luz do poste estoure. O prazer de arrumar móveis e organizar a casa por um prazer silencioso, também nunca vi representado.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

neuroredelétrico focoflerte

Por algum motivo, um neuroredelétrico foco, me motiva um flerte quando te vejo em foto. Biologicamente ao acaso da cultura, constrangido, desejo, amo!

De coisa elétrica

O plástico cobre o cobre, que é vaso,
De coisa elétrica,
Hidrelétrica.
Conectados por fonte, dados,
Treco de algo,
Sem métrica,
Intracelular.
Como
Carta
Porta
Conduta
Disco
Rua
Pulso

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tudo o que ainda pode ser!

Sustente sua fala
No toque a desafinar
Nas coisas não ditas
Coragem ao desafiar:
Vamos... dançar?

Induzido à cama

Não tenho serenata
(ou uma música gravada enviada por um celular)
Não tenho surpresa de um café na cama
(ou uma bala, bilhete, botão na mochila) Vasculho e nada.
Então emprego como um prego:
Me tenho, sem ti, e me entrego
A insistir
Sem resposta
Induzido à cama
Com o Sem Você

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

As Cabeça das Pessoas

As Cabeças das Pessoas
Nas Cabeças das Pessoas
Enquanto Andam
Quando Sentadas
Quão Pessoas Encabeçadas
De Sí
De Pessoas ao limite de Sí
De Pessoas aos limites de Pessoas
De Pessoas aos limites de Cabeças de Pessoas
Nas Cabeças das Pessoas

Da Minha Cabeça
Brotam Progressivamente Transbordando ao Infinito
As Cabeças das Pessoas
Enquanto Ando
Quando Sentado
Quão Desencabeçado
De Mim

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Detentos e Globo

Há poucos dias assisti no telecine o filme Filme Detenção (The Experiment), que trata de uma experiência científica psicológica numa prisão abandonada onde os voluntários são divididos em dois grupos, os prisioneiros e os guardas. O desenvolvimento dos conflitos se dão pela expectativa de não quebrar as regras, o que poria fim ao experimento e ao pagamento. O amigo de cela, ex-prisioneiro nazista sugere “não faça nada”, “finja que não viu”, “somos todos animais”. No conflito final, onde ocorre a rebelião já estamos conectados empaticamente ao protagonista e esperamos que ele mate todos os guardas. A porradaria começa e experimento acaba deixando todos com cara de bunda. Indo embora no ônibus  nazista pergunta ao protagonista hippie “ainda acha que estamos no topo da evolução?”, e ele responde “não, mas acho que podemos fazer alguma coisa”. Aí ele denuncia e processa o governo e vai pra Índia com a namorada, fim. Eu me atento ao confinamento, o propulsor da animalidade, que nesse caso é justificada apenas pelo extremo da violência. Não poderia tentar traçar o que é um traço animal no homem ou se ele está no topo da cadeia evolutiva apenas pelo fator violento, confesso que esse pensamento é um tanto imaturo em vista da rica literatura antropológica que temos sobre o tema. Vou tentar assim eliminar os juízos psicológicos e ficar apenas com o confinamento e a possibilidade de se fazer algo sobre o que nos torna confinados. Afinal, até que nível é possível dizer estar confinado ou não? O que interessa é tentar saber como se caracteriza um confinamento, o que esse ele provoca, e se ele me interessa. Um outro problema é a caracterização de grupo, que de forma determinista só existe através da psicologia e não é meu interesse usá-la. Assim partirei do mote no qual "o confinamento cria uma forma de existir dentro dos limites das regras"
Numa corporação onde as regras de comportamento estão totalmente relacionadas ao pagamento há uma espécie de confinamento. Por exemplo, num ambiente de trabalho onde não se pode tocar em determinados assuntos ou a forma de como se tratar um assunto são regras bem definidas e conhecida por todos, logo apenas os que seguem às regras continuam no confinamento e sendo remunerados. Assim dificilmente veremos alguém dessa corporação falando coisas fora das regras. Então um nazista diria “somos todos iguais, animais, siga a regra em silêncio, finja que não vê”, na generalização de que há uma natureza onde regra habita cada indíviduo e mantendo-se nas relações em grupo e expandindo-se às mais diversas formas de convivência. Assim, pensa o nazista que mesmo fora da corporação essa regra se mantêm, pois é da natureza animal de impossível rompimento e trasngressão. É conveniente, para confinados como o nazista, acreditar nisso, e não seria diferente, pois sua forma de existir é o confinamento. E é assim que eles se mantêm empregados. O problema maior está aí, divulgar e acreditar que exista apenas uma forma de existir: a dos confinados. Enquanto empregados dificilmente transgridem, dificilmente tocam nos assuntos além-regra e ainda impõem suas formas de existir hipócrita, pois crentes na natureza animal do confinamento tudo o que fazem é por ela, veêm o mundo como animais e só veêm animais. O maior confinamento que destaco é o capitalismo, pelo valor dado ao indivíduo e que permite criar hierarquias através do mérito. No capitalismo quem faz dinheiro é um vitorioso e livre. E são esses os valores divulgados como naturais. Mas é claro que há fendas onde é possível pensar diferente e até se comportar diferente. Acredito que seja o caso de muitos que não compõem por completo a existência de liberdade individual para a produção e consumo. Têm muitos esquizofênicos por aí escrevendo pela palavra, tocando pela música e fotografando pelas imagens. Falei de um plano geral, mundial, onde é possível encontrar formas de existir diferentes, mesmo que todos estejam  diretamente ligados ao capital, mas onde pode existir algum defeito, ou alguma emoção que possa ser cultivada. Talvez o ensino público me tenha ajudado, talvez meus desligamentos de estágios onde fui ousado, talvez por me importar com coisas de maluco tais “como sugiu o sistema temperado?”. Assim vou, um pouco livre, distante dados presídios, desempregado. Voltando à detenção do capital vejo indivíduo mais livre, mas ele é aquele  que consegue fazer dinheiro, como os empresários, mas não o indivíduo que vende a força de trabalho. Entende esse plando de liberdade? O problema é quando o empregado acha estar na mesma condição do empresário, livre para fazer o mesmo. Tão curta, raza e fútil essa idéia. Mas é isso que o capitalismo também faz, assegurar lucro, transferência de bens aos filhos, esposas, parentes, por um direito universal de liberdade. Fato mesmo é que é dificil identificar pobres que ficaram ricos(todo dia a globo aponta um), creio ter muito mais um fluxo de capital por gerações que por ascensão. Filho de rico riquinho é. Para entendermos o credulidade dos confinados destaca-se o conforto e simplicidade do pensamento de mérito,-"ora se sou pobre e consegui um bom emprego de jornalista não é porque fui livre no sistema capitalista pra gerar uma boa performance e vendê-la, lucar, mas apenas sou remunerado pelo valor, pelo mérito de ter conseguido"-. É um ciclo, mas sem densidade argumentativa, é fútil, sempre submisso, sempre crente de liberdade e paridade. Menos preocupante seria pensar esses confinamentos limitados às empresas, corporações, escolas, onde acredito ter mais fendas para transgressão, mas verdadeiramente preocupante é pensar nas extensões dessa forma de existir mérito/liberdade/lucro que se dá através das grandes mídias, como no caso da rede globo. O confinamento “globo” expõe com naturalidade a nível nacional essas regras. Compõe-se assim uma grande prisão. O jornalismo é o que me atento, pois expressa o que seria “a realidade”, os acontecimentos e implícitamente carregaria as formas das regras. Não vou falar do aspecto seletivo dos conteúdos, nem dos conteúdos, mas da forma de se comunicar, que é para mim o principal problema, pois acredito que assim expressam naturalidade sob ordem às regras, e em consequência aos limites do pensar. Um jornalista da globo, em vista do mérito de estar lá, seguirá as regras pelo próprio mérito de o ser padrão: “imparcialidade globo profissional de importância social elevada”. O problema é que esse quesito social é falso, já que o que se faz, o que se escreve está no campo de natureza do cárcere, que são os valores que justifica a própria função e cargo de jornalista global. Quando há a oportunidade de sorrir ou ficar sério numa qualidade ímpar isso não acontece, pois os limites estão sempre presos aos indivíduos e aos seus méritos pares/capital. É o que são e não podem ser diferentes. Tentei, ao longo deste texto, definir esse típo de cárcere que se estende além das redes da corporação, que divulga e naturaliza uma forma de ser. No entanto preciso agora saber o que posso fazer em relação a isso, como o protagonista do filme Detenção. Então vai @rede_globo: Vocês, jornalistas da rede globo, são uns hipócritas, sabem que estão presos a esse limite de carcere, de poder, de autoridade e que aceitaram e incorporaram para si as regras do capital. Nunca vi e nunca verei uma reportagem explicando o capitalismo, os princípios do individualismo, liberdade de consumo, mérito, lucro, transferência de bens, etc. Nunca vi e nunca verei vocês falando de sociedade socialista, seus princípios de comunhão e muito menos sobre sociedades anarquistas, comunidades anarquistas que já existiram no Brasil e como as que existem ainda em outros países. Nunca vi e nunca verei vocês discutindo as próprias regras de critérios de conteúdos. Nunca vi e nunca verei vocês utilizando “psicologia social”, nunca verei vocês falando sobre modos de subjetivação, de poder, de opressão, de hipocrisia, de transgressão. Vocês, jornalistas e redatores da rede globo de televisão, são os subalternos hipócritas, vendidos, meritocratas, estrelinhas, rasos e fúteis. Não acreditem estar fazendo por utilidade social, vocês são a bosta completa! Está chegando o seu fim e parem de tratar blogueiros como uma mídia menor, nunca chegarão à liberdade de pensamento que eles possuem, nunca conseguirão fazer uma reportagem melhor, mesmo que continuem justificando num profissionalismo de históricos, que aliás nunca rompeu os limites do próprio carcere. Parem de tratar manifestantes na ruas como grupos minoritários. Ei, globo, vai tomar no cu! Vocês não são porta-voz do povo, vocês são uma indústria de profissionais podres, burros, desesperados! Parem de omitir toda a cultura, literatura, cinema e a inteligência humana! Ratos subalternos do capital de existência egóica! Todos vocês! 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Custa o emprego

Acreditar nos valores que compõe nossas redes de emoções
Fazer valer o carater de nossas condutas
Na consequência da potência que se espalhas às redes de quem respeitamos
Percebe? Não fazer em respeito a quem nos importamos
Mas em respeito à si onde a consequêcia é festa pra todos


Se sugir a oportunidade de ganhar menos neste sistema, mas que valha mais a liberdade, faça-o, quero estar nesta festa no mundo potente dos generosos.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ao MEU Amor

Me lembro apenas de um olhar nos olhos em silêncio. Não era nada, não era sexo. Era uma porta para o que não estava a ser. Olhar nos olhos não era um signo, apesar de. Insisti, provoquei risos, constrangimentos, brilho nos olhos. Não era sexo. Não era sinceridade, era "entre" onde nos colocavamos bem de frente um para o outro. Era viver independende de qualquer juízo a se inventar. Não era amor. Nem eramos mais homens alí. Fui feliz, alí onde não apontavam possibilidades de "um namoro às escondidas" ou "um jovem imaturo", mais onde se pode apontar o respeitado de apenas existir, independete de ser homossexual.

Henrique de Sá Bastos
Agora

sexta-feira, 15 de abril de 2011

As Armas do Estado

o estado não deveria financiar pesquisa em armas,
presidentes morrem com tiros na cabeça há decadas!



terça-feira, 29 de março de 2011

Japão

Japão
Agua Radioativa
Godzilla
Japan
Terremoto
Japan
Tsunami
Godzilla
Terremoto
Agua Radioativa
Japão
Japones
Branco
Red Ball
Na testa
Peixe crú
Godzilla
Agua Radioativa
Japão
Bolsa Retornável
Comunismo
Pikachu

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Homofobia

Prefiro o suicídio do outro decorrente do constrangimento com o meu homossexualismo ao meu constrangimento, o que me assassina!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011